Em 1961, Vince Lombardi entrou no vestiário do Green Bay Packers segurando uma bola de futebol americano.

O time tinha acabado de perder o campeonato nacional. Jogadores profissionais. Veteranos com mais de dez anos de carreira. Gente que jogava futebol desde a adolescência.

Lombardi olhou para todos, levantou a bola e disse:

"Senhores, isto é uma bola de futebol."

Silêncio.

Ninguém riu. Ninguém questionou. Ninguém achou absurdo um treinador explicar o óbvio para profissionais.

Porque a frase não era sobre a bola.

Era sobre o que tinha dado errado até então.

Lombardi não chegou com um playbook novo, não trouxe jogadas revolucionárias, não contratou estrelas de outros times.

Ele voltou ao básico.

Pegou as mesmas jogadas que o time já conhecia e corrigiu a execução. Passo por passo, detalhe por detalhe.

A posição do pé na saída. O ângulo do braço no passe. O tempo entre o snap e o primeiro movimento.

Coisas que todo jogador ali sabia fazer. Coisas que todo jogador ali fazia errado (sem perceber).

O Packers não perdeu o campeonato porque faltava talento, perdeu porque ninguém corrigia os erros que o time não conseguia ver.

E essa é a parte que importa pra você.

O espelho que mente

Toda semana você senta para escrever sua newsletter.

Escolhe o tema. Escreve o assunto do email. Monta a estrutura. Redige. Revisa. Manda.

E em cada uma dessas etapas, você é duas pessoas ao mesmo tempo: o jogador e o treinador.

Esse é o problema.

Quando você escreve um assunto de email, ele parece bom porque você sabe o que está escrito dentro dele. Seu leitor não sabe.

Quando você monta uma sequência de boas-vindas, ela parece lógica. Porque você conhece o caminho inteiro. Seu inscrito acabou de chegar.

Quando você olha suas métricas, elas parecem razoáveis porque você não tem com o que comparar.

Você está se olhando no espelho. E o espelho mente.

Não por maldade. Por limitação.

Seu cérebro lê o que você quis escrever, não o que escreveu. Preenche as lacunas. Arredonda as falhas. Suaviza os erros.

Você não consegue ver o que está errado na sua newsletter pelo mesmo motivo que o Packers não conseguia ver o que estava errado nas suas jogadas.

Não é um problema de conhecimento, é um problema de perspectiva.

Os jogadores de Lombardi sabiam as jogadas, de cor, inclusive. Tinham anos de prática.

Mas prática sem correção é só repetição de erro.

E repetição de erro não te leva ao campeonato. Te leva ao mesmo lugar. Toda semana. Toda edição. Todo mês.

O filme do jogo

Lombardi tinha uma obsessão que nenhum outro treinador da época levava tão a sério:

Film sessions.

Depois de cada jogo, ele sentava o time inteiro numa sala escura e ligava o projetor. Jogada por jogada. Quadro por quadro.

Pausava. Rebobinava. Apontava.

"Vê aqui? Seu pé virou meio segundo antes. Por isso o defensor te alcançou."

"Esse passe saiu 15 centímetros abaixo. Não é erro do receptor. É seu."

Os jogadores assistiam a si mesmos e viam o que não conseguiam ver em campo. O erro que parecia pequeno na hora, mas que custou o ponto.

Não era para humilhar, era para dar clareza.

O filme mostrava a verdade que o espelho escondia.

Agora, troque a sala escura por uma chamada de Zoom. O projetor por um compartilhamento de tela. O filme do jogo pela sua newsletter aberta no telão.

Estamos em uma quinta-feira. São 15h.

Dentro da Mentoria Viver de News, dois ou três mentorados colocam suas newsletters para desenvolvê-las e analisamos em tempo real.

Posicionamento. Sequência de boas-vindas. Assunto de email. Funil de vendas. Métricas.

É o filme do jogo da sua newsletter.

O cientista Anders Ericsson passou décadas estudando o que separa profissionais medianos de profissionais de elite. A resposta nunca foi talento. Nunca foi quantidade de horas.

Mas prática com feedback qualificado.

Prática sozinha é repetição. Prática com alguém que enxerga o que você não enxerga é evolução.

Um curso te dá o mapa, a mentoria é seu copiloto.

E a diferença entre os dois é a mesma diferença entre assistir ao filme do jogo sozinho e ter Lombardi pausando na jogada certa dizendo: "O erro está aqui."

A única coisa que mudou

Em 1961, o Green Bay Packers era o pior time da liga.

Em 1962, era campeão.

Mesmos jogadores. Mesmas jogadas. Mesmo campo.

A única coisa que mudou foi quem estava corrigindo.

Lombardi não adicionou nada. Subtraiu os erros.

Sua newsletter não precisa de mais inscritos. Mais ferramentas. Mais um curso. Mais uma estratégia que você viu num Reels de 30 segundos.

Precisa de alguém que olhe para ela e diga: "O erro está aqui. Corrige isso."

Alguém que já fez. Que já testou. Que já viu centenas de newsletters por dentro e sabe exatamente onde o passo vira meio segundo antes.

É isso que acontece dentro da Mentoria Viver de News.

Seis meses de acompanhamento direto. Encontros quinzenais ao vivo. Hotseats. Grupo com acesso direto aos mentores. Correção personalizada, não informação genérica.

Não é curso. É filme do jogo. Toda semana. Com alguém pausando na jogada certa.

O troféu do campeonato da NFL leva o nome de Lombardi até hoje.

Não porque ele inventou jogadas novas.

Porque corrigiu as antigas.

Grande abraço,

Sobre a News Makers

A News Makers é a primeira agência especializada em Newsletters e FuNews® de vendas inteligentes no Brasil.

Geramos R$ 200+ milhões em vendas por meio de estratégias comprovadas de captação, conexão e conversão.

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